O que escapou à procura do Jesus histórico
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«O apelo de Dunn a uma reforma sistemática no campo da investigação sobre o Jesus histórico é uma leitura obrigatória para quem quer que esteja interessado em compreender a importância e o impacto de Jesus. Será mesmo possível chegar a uma compreensão credível, histórica, de alguém que se tornou tão rapidamente objeto de fé religiosa? Dunn diz que sim, mas primeiro temos de questionar por que razão Jesus Se tornou objeto de fé. Ao colocar previamente esta pergunta, Dunn introduz uma inovação sem precedentes na procura do Jesus histórico, abrindo caminhos de investigação novos e potencialmente frutuosos. Este livro cativante delineia o seu plano de uma forma compreensível, razoável e acessível a todos os que se preocupam com a intersecção entre a fé e a história.»
Mark Allan Powell, autor de Jesus as a Figure in History
«Depois de escrever obras notáveis sobre cristologia e São Paulo, Dunn canaliza as suas energias produtivas para o Jesus histórico. Ao fazê-lo, tem inevitavelmente de ter em conta a investigação contemporânea sobre o que disse Jesus (Fonte Q) – sob as formas moderadas e exageradas dessa investigação –, bem como os resultados do “Jesus Seminar” que teve lugar na Califórnia. Nesse processo, Dunn conclui que, apesar de a procura de material dos primórdios fidedigno e transmitido textualmente ocupar uma posição destacada na construção de um retrato de Jesus, esse material pode ser mal interpretado se o contexto original for ignorado – nomeadamente, o contexto de uma tradição viva transmitida oralmente pelos discípulos que conheceram Jesus inclusive antes da crucificação e da Páscoa. A cuidadosa investigação metodológica de Dunn sobre os textos dos Evangelhos também é, portanto, um contributo para a reconciliação ecuménica entre os crentes cristãos que se baseiam apenas nas Escrituras e os que se baseiam preferencialmente na Tradição em detrimento das Escrituras.»
Benedit T. Viviano OP, Universidade de Friburgo, Suíça
Um conjunto de intelectuais e artistas de primeiríssimo plano, ligados a diferentes religiões e tradições culturais, aceitaram falar das suas reflexões pessoais acerca de Deus e dialogar sobre as respostas mais íntimas para as grandes interrogações da existência humana.
Martin Scorsese, Jane Fonda, David Lynch, Paul Auster ou Salman Rushdie revelam posicionamentos muito diferentes, que vão desde as conversas quotidianas com Deus e a perplexidade em relação à sua existência até à convicção de que Ele está total e friamente ausente.
«O catolicismo assumiu uma importância extraordinária em toda a minha vida, e diria que o meu cinema se tornaria inconcebível sem a presença da religião.»
Martin Scorsese
«Descobri a grandeza do universo cristão muito recentemente e fiquei surpreendida com a dimensão da ignorância que há a respeito dele.»
Jane Fonda
«[…] cada um de nós tem dentro de si o potencial para a revelação, e para intuir a presença do divino.»
David Lynch