Como Cristo surpreendeu 23 conversos e os enviou a replantar a sua vinha
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As conversões que tiveram lugar no meio da crise do período pós-Vaticano II e que aqui ficam compiladas por Steichen apresentam-se como particularmente puras e, em muitos casos, divertidamente improváveis, constituindo um testemunho da verdade central que muitos pastores de Cristo esqueceram nesse período: a de que a Igreja não é uma instituição feita pelos homens, mas uma instituição divina – um repositório perpétuo de verdade e graça tão poderoso que nem a noite do escândalo consegue ofuscá-lo.
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«Morri ontem de manhã. Assim que entrei no comboio reparei que a minha roupa tinha repentinamente sido substituída por uma túnica branca, igual às que todos usavam ali dentro. Não só fora preciso abandonar toda a bagagem para poder entrar no comboio, o que todos, melhor ou pior, acabámos por fazer, mas a própria indumentária mudou. Deixei de ter a minha gabardina e o resto da roupa e até perdi os óculos escuros. A única coisa que tinha comigo, tal como todos os outros, era uma túnica branca e sandálias. Até a cruzinha de ouro que tivera ao pescoço todos os instantes desde a infância desaparecera. Ia para o Purgatório apenas com uma túnica branca.»
O que nos espera depois da morte e como devemos viver a nossa vida na Terra tendo em conta essa segunda parte da nossa caminhada para Deus?
Depois do grande êxito de vendas de O Primeiro Dia, o seu primeiro livro sobre este tema, João César das Neves propõe-se neste volume dar-lhe seguimento e complementá-lo com os seis dias seguintes passados pelo seu protagonista no Purgatório. Nessa caminhada, ele revisita não só a sua, mas também muitas outras vidas neste mundo, acompanhado pela riqueza das vidas dos santos e dos testemunhos perenes deixados pelas Escrituras e por muitos filósofos e pensadores católicos sobre as mais diversas circunstâncias e os fins últimos da existência humana.